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ÁRVORE DO CONHECIMENTO Pimenta      Equipe editorial Ajuda

Nematóides

Autor(es): Jadir Borges Pinheiro
Nematoides são vermes microscópios e geralmente abundantes no solo, água doce e salgada e muitas vezes são parasitas de animais, insetos e também de plantas. Plantas do gênero Capsicum podem ter sua safra prejudicada por fitopatógenos, inclusive os fitonematoides.

Nos solos agrícolas geralmente existem uma comunidade complexa de diferentes espécies de nematoides, alguns se alimentam de bactérias ou fungos com importância na decomposição e reciclagem de nutrientes outros são predadores ou onívoros. No entanto, uma parcela substancial da comunidade de nematoides do solo alimenta-se diretamente nas raízes das plantas, às vezes causando doença ou não.

Os fitonematoides em geral são classificados como endoparasitas, que invadem os tecidos radiculares e fica grande parte do seu ciclo de vida dentro das raízes das plantas, ou ectoparasitas, que geralmente alimentam-se externamente a raiz. Os nematoides alimentam-se nas raízes por meio de um estilete que é inserido nas células das raízes para remover o conteúdo celular. Desta maneira impedem a absorção de água e nutrientes pelas plantas.

No caso da cultura da pimenta geralmente algumas espécies de nematoides representam graves problemas para o cultivo. Elas ocorrem por todo o mundo onde a pimenta é cultivada e, além disso, possuem ampla gama de hospedeiros, principalmente plantas da família das solanáceas.

A quantidade de danos causados por fitonematoides depende de uma série de fatores. Provavelmente o mais importante é a espécie presente em determinada área de cultivo. Outros fatores também influenciam nos prejuízos causados em plantios comerciais de pimenta, como densidade populacional presente, cultivar de pimenta, temperatura, tipo de solo, fertilidade, culturas anteriores e as práticas agrícolas adotadas.

Os prejuízos maiores na cultura da pimenta no mundo são atribuídos ao nematoide-das-galhas (Meloidogyne) e a Belonolaimus longicaudatus porém ocasionalmente outros nematoides, podem ser associados a cultura como Paratrichodorus e Trichodorus spp, Pratylenchus penetrans, Nacobbus aberrans, Rotylenchulus reniformis e Radopholus similis. No Brasil os danos maiores se restringem ao nematoide-das-galhas.

Vale salientar que em uma amostra de solo de cultivos de pimenta geralmente pode conter nematoides pertencentes a vários gêneros e espécies. Porém, muitos deles como Helicotylenchus spp., Criconemella, Criconemoides e Mesocriconema spp e Tylenchorhynchus não causam danos e ameaça significativa para a cultura.

NEMATOIDE-DAS-GALHAS (Meloidogyne spp.)

O nematoide-das-galhas, Meloidogyne incognita, é uma das espécies mais comumente relatadas causando danos em pimenta. Possui ampla gama de hospedeiros que incluem principalmente hortaliças da família das solanaceaes como pimentão, jiló, berinjela e tomate. Está presente em praticamente todo o mundo, principalmente em regiões de clima quente, incluindo as regiões tropicais e subtropicais. Entretanto, outras espécies como M. hapla, M. javanica e M. arenaria, também ocorrem em cultivos de pimenta (McSorley & Thomas, 2003). Em hortaliças, outra espécie de nematoide-das-galhas, M. mayaguensis, vem causando prejuízos. Esta espécie foi detectada pela primeira vez no Brasil parasitando o porta-enxerto de pimentão ‘Silver’ e tomateiros resistentes à meloidoginose (cvs. Andrea e Débora) no Estado de São Paulo (Carneiro et al., 2006).

Vale ressaltar que existem quatro raças de M. incognita e duas raças de M. arenaria. A cultivar de pimentão California Wonder é uma dos hospedeiros diferenciais utilizados para distinguir as raças de nematoides-das-galhas.

SINTOMAS

Sintomas na parte aérea das plantas incluem nanismo, murcha, clorose (Figura 1) e outros de deficiência nutricional, tamanho reduzido de frutos e baixo rendimento da cultura.

Fotos: Ailton Reis
Clorose na parte aérea de plantas de Capsicum (A).
galhas nas raízes devido a infestação por Meloidogyne (B).
Figura 1. Clorose na parte aérea de plantas de Capsicum (A). Com o arranquio da planta constata-se a presença de galhas nas raízes devido a infestação por Meloidogyne (B).

Os nematoides-das-galhas são nematoides endoparasitos que ao penetrarem nas raízes das plantas estabelecem um sítio de alimentação e a formação de células gigantes ao redor deste sítio. Paralelamente ocorre a formação das galhas nas raízes que são sintomas característicos devido a penetração e infecção por Meloidoygne. Geralmente as galhas em plantas de pimenta são bem menores quando comparados com galhas que ocorrem em outras hortaliças como o tomateiro (Figura 2).

Fotos: Jadir Borges Pinheiro
Galha nas raízes de pimenta
galha nas raízes de tomateiro
Figura 2. Galhas nas raízes de pimenta (A) e galhas em raízes de tomateiro (B) devido à infestação por Meloidogyne spp.


Massas de ovos de coloração marrom claro acima das galhas podem ser visualizadas (Figura 3) e ao dessecar estas raízes fêmeas de coloração branco pérola podem ser extraídas.

Foto: Jadir Borges Pinheiro
Massa de ovos acima da superfície das galhas produzidas por fêmea de Meloidogyne em plantas de pimenta.
Figura 3. Massa de ovos acima da superfície das galhas produzidas por fêmea de Meloidogyne em plantas de pimenta.

Falhas no estande de plantas podem ocorrer em áreas onde os níveis populacionais estão altos. Além disso, as raízes gravemente danificadas por nematoides-das-galhas podem ser invadidas por fungos e bactérias que potencializam os danos e causam o apodrecimento das raízes.

CICLO DE VIDA
Durante o ciclo de vida do nematoide-das-galhas estes organismos passam por quatro estádios juvenis antes de se tornarem adultos. A primeira ecdise ou troca de cutícula ocorre no interior do ovo. Em seguida o juvenil de 2º estádio eclode do ovo e vai para o solo ou penetra diretamente em uma raiz .
Os juvenis de 2º estádio são vermiformes e medem cerca de 0,3 a 0,5 mm podendo variar com a espécie de Meloidogyne. Apenas o juvenil de 2º estádio é a forma infectante do nematoide-das-galhas que se movimenta por entre as partículas de solo e vão para as raízes das plantas hospedeiras. O juvenil penetra na raiz geralmente pela ponta da raiz (coifa) em crescimento e migra entre as células até estabelecer um local de alimentação nas células. Neste momento torna-se um endoparasito sedentário. Secreções produzidas pelas glândulas esofagianas do nematoide estimulam a formação de várias células gigantes nas raízes parasitadas, que fornecem nutrientes para os nematoides. Os nematoides aumentam rapidamente de tamanho e passam pelas ecdises transformando em 3º e 4º estádio juvenil e finalmente em adultos.
  
Foto: Cecilia Rodrigues da Silva
 
Juvenil de 4º estádio de Meloidogyne spp. (A).
Fêmea de Meloidogyne spp. formato periforme (B).
Figura 4. Juvenil de 4º estádio de Meloidogyne spp. (esquerda). Fêmea de Meloidogyne spp. formato periforme (direita).
    
Os machos migram para fora da raiz e não se alimentam (Figura 5).
  
Foto: Cecilia Rodrigues da Silva
Juvenil de 4º estádio de Meloidogyne spp. (A).
Macho de Meloidogyne spp. formato vermiforme (B).
Figura 5. Juvenil de 4º estádio de Meloidogyne spp. (esquerda). Macho de Meloidogyne spp. formato vermiforme (direita).
    
Uma fêmea produz durante o ciclo centenas de ovos que podem chegar a mais de 2000. Estes são depositados em uma massa de ovos externamente as raízes na superfície das galhas onde ficam presos e protegidos por uma mucilagem contra dessecação e outras condições adversas.
O ciclo de Meloidogyne spp. de ovo a ovo leva cerca de três a quatro semanas no verão e no inverno este tempo pode ser estendido até sete semanas. Assim a duração do ciclo de vida é fortemente dependente da temperatura e aumenta conforme a temperatura do solo diminui.
A sobrevivência do nematoide-das-galhas e a realização do ciclo de vida dependem do crescimento bem sucedido da planta hospedeira e das condições ambientais. Os machos participam menos no ciclo de vida em relação às fêmeas. O desenvolvimento de machos é aparentemente irrelevante, uma vez que a maioria das espécies se reproduz por partenogênese, sem haver a necessidade de copulação.
Devido ao fato dos nematoides se moverem lentamente no solo onde a distância percorrida por eles, durante o ano provavelmente não exceda uns poucos centímetros, sua principal forma de disseminação é a passiva, dada pela movimentação do solo, água, implementos agrícolas contaminados, homem e animais nas áreas de cultivo e, principalmente, por mudas de pimenta contaminadas. Esta última é responsável pela contaminação de áreas a longas distâncias.

CONTROLE
A prevenção é a melhor forma de controle de patógenos de solo, em especial os nematoides. A prevenção mantém a área de cultivo livre desses patógenos, uma vez que introduzidos na propriedade, o produtor terá que conviver com o problema, já que sua erradicação é praticamente impossível. Desta forma, os métodos usuais de controle têm como objetivo principal reduzir ou manter as densidades populacionais dos nematoides em níveis baixos que não causem perdas econômicas.
O plantio de mudas de pimenta livres de nematoides fitoparasitas em solos não contaminados é essencial para manter este grupo de patógenos fora da área de cultivo, pois se reduz drasticamente a possibilidade de se introduzir na lavoura estes patógenos.
Além da utilização de mudas livres de nematoides, deve-se evitar o plantio em épocas em que ocorram temperaturas elevadas e chuvas, pois a maioria das espécies de ocorrência no país se multiplica bem nestas condições. O ideal é que o plantio ocorra em épocas mais secas e frias. Plantios realizados em climas mais favoráveis ao patógeno, embora economicamente possam ser desejáveis, requerem cuidados especiais para evitar que perdas econômicas ocorram, além da infestação indesejável das áreas.
Deve-se também ter o cuidado de desinfestar máquinas e implementos agrícolas que possam disseminar nematoides juntamente com partículas de solo aderidas aos pneus e demais partes do maquinário para áreas de cultivo não contaminadas. Assim, a utilização de jatos fortes de água para remoção de solo aderido aos maquinários é eficiente para evitar a disseminação desses organismos.

ALQUEIVE
O alqueive constitui em manter o terreno limpo sem a presença de culturas ou plantas infestantes. O solo permanece sem vegetação com práticas de capinas manuais, arações, gradagens e com o emprego de herbicidas temporariamente, em associação. O alqueive reduz a população não só dos nematoides-das-galhas, como de outras espécies destes parasitos pela ação dos raios solares. A eficiência do alqueive vai depender de sua duração, da temperatura e da umidade do solo e da espécie de nematoide envolvida. É recomendável deixar certo nível de umidade no solo chamado de alqueive úmido, que permite a eclosão dos ovos e o movimento dos juvenis das espécies de nematoides presentes. Com esta movimentação, estes consumirão mais suas reservas energéticas e morrerão por inanição. Porém, o alqueive é uma prática que possui o inconveniente do custo de manter o solo limpo por determinado tempo, com redução de lucro para o produtor e favorecimento de erosões em regiões que ocorrem chuvas elevadas.

ROTAÇÃO DE CULTURAS
A rotação de culturas é uma das práticas mais importantes na redução de nematoides em uma propriedade. Em casos de plantios consecutivos com plantas hospedeiras, de dois a três anos, numa mesma área em que haja incidência do nematoide-das-galhas, pode haver uma explosão dos níveis populacionais destes organismos, inviabilizando desta forma a área para cultivos subsequentes. Entretanto, a rotação é bastante difícil, pois M. incognita apresentam mais de 1.000 espécies de plantas hospedeiras conhecidas. Meloidogyne incognita, por exemplo, possui quatro diferentes raças (1, 2, 3 e 4) caracterizadas por atacar diferentes espécies de plantas.
A rotação de culturas com culturas que não hospedam um determinado patógeno tem como finalidade eliminar total ou parcialmente estes organismos pela subtração do seu alimento. Assim, em áreas infestadas por M. incognita sugere-se a rotação com amendoim (Arachis sp.), braquiárias (Brachiaria spp.), crotalária (Crotalaria spectabilis) e mamona (Ricinus communis L.).

PLANTAS ANTAGONISTAS
A utilização de plantas antagonistas tem mostrado resultados expressivos na redução dos níveis populacionais de nematoides em diferentes culturas. Crotalárias (Crotalaria spectabilis, C. juncea L. e C. breviflora), cravo-de-defunto (Tagetes patula L., T. minuta L., T. erecta L.) e mucunas (Estizolobium spp.) são exemplos de plantas antagonistas que são utilizadas com sucesso no controle de nematoides. Merece destaque o fato de que a C. juncea e as mucunas tem comprovada eficácia para M. incognita e M. javanica, são hospedeiras desfavoráveis, porém podem causar aumento das densidades populacionais em determinados casos quando as condições são favoráveis ao nematoide.
As plantas antagonistas podem permitir a invasão de nematoides, porém não permitem seu desenvolvimento até a fase adulta. É o caso das crotalárias, que funcionam como hospedeiras atraindo os nematoides para as raízes. Contudo, numa segunda fase, oferecem repelência aos nematoides que penetram ou que estão nas proximidades das raízes. Assim, não ocorre a formação das células gigantes ou células nutridoras (células responsáveis pela alimentação dos nematoides, formadas após a penetração e estabelecimento do sítio de infecção), com inibição do desenvolvimento de juvenis. As crotalárias também produzem substâncias tóxicas, como a monocrotalina, que inibe o movimento dos juvenis. Neste caso, recomenda-se o seu cultivo até aproximadamente 80 dias seguido da incorporação da massa verde, pois se deve evitar o início da floração para não dificultar o processo de decomposição pela formação de alto volume de materiais fibrosos. No caso do cravo-de-defunto, ocorre a liberação de exsudados radiculares com ação tóxica sobre os nematoides, denominada α-tertienil. Outra vantagem das plantas antagonistas, crotalárias e mucunas é que podem ser utilizadas como cultura de cobertura ou serem incorporadas ao solo na forma de adubo verde, com melhoria também nas condições físicas e químicas do solo e pela incorporação de fertilizantes naturais.

USO DE MATERIAL ORGÂNICO
A utilização de matéria orgânica funciona como condicionador do solo, favorecendo suas propriedades físicas, além de contribuir com fornecimento de determinados nutrientes, como nitrogênio. As plantas são favorecidas em relação ao ataque dos nematoides pelo seu crescimento mais vigoroso. Além disso, a matéria orgânica estimula o aumento da população de microrganismos de solo, em especial de inimigos naturais dos nematoides, além de liberar substâncias tóxicas com sua decomposição que contribuem para a mortalidade destes.
O esterco de gado ou de galinha, tortas oleaginosas, palha de café, bagaço de cana e torta de mamona são exemplos de materiais orgânicos. Seu uso tem sido explorado na agricultura orgânica e é recomendado para a exploração de pequenas áreas. O esterco de gado ou de galinha deve ser esterilizado antes de ser aplicado, principalmente em áreas novas de cultivo, pois estes podem constituir-se como fonte de disseminação de fitopatógenos.     

CULTIVARES RESISTENTES
Dentre as principais demandas dos produtores de pimenta levantadas por extensionistas e pesquisadores no Brasil destaca-se a existência de cultivares de pimenta com resistência a doenças (Reifschneider & Ribeiro, 2008).
A utilização de variedades resistentes constitui, juntamente com outras práticas culturais, de grande relevância para o controle dos nematoides, e tem como vantagens não oferecer riscos à saúde humana, ser de custo relativamente baixo e não poluir o ambiente. Assim, o melhoramento de Capsicum visando à resistência a nematoides tem papel importante no seu manejo.
Em plantas de pimentões e pimenta, as pesquisas visando resistência ao nematoide-das-galhas, têm sido realizadas desde 1956 (Hare, 1956).
Existe algumas cultivares resistentes a uma ou mais espécies de nematoide-das-galhas. A resistência em cultivares de pimenta e atribuído a único gene dominante o gene N. Cultivares que expressam o gene N são resistentes a ambas as raças de M. arenaria, M. javanica e a todas as quatro raças de M. incognita, mas são suscetíveis a M. hapla.
Entretanto devido a variabilidade entre isolados dos nematoide-das-galhas, cultivares com resistência presumidade deve ser testadas contra isolados em diferentes locais antes de serem plantadas em larga escala.
A Embrapa Hortaliças vem trabalhando desde 2008 na busca por fontes de resistência no banco de germoplasma da Embrapa e os resultados são bastante promissores, com detecção de fontes de resistência a algumas espécies de nematoide-das-galhas em cultivares lançadas e perspectivas de lançamentos de mais variedades de pimenta resistentes no futuro próximo.

REMOÇÃO DE RESTOS CULTURAIS
Não é recomendada a manutenção e incorporação de restos de raízes infectados por nematoides na área cultivada, por inviabilizar os métodos usuais de controle, considerando que os nematoides alojados em tecidos de restos culturais, raízes, tornam-se protegidos da ação de nematicidas e outros agentes físicos e biológicos de controle. Assim, a remoção das raízes infectadas após a colheita também é prática que contribui para redução dos níveis populacionais antes do próximo plantio. Os restos de raízes devem ser retirados da área, amontoados e secos para finalmente serem queimados.

AMOSTRAGEM PARA DIAGNOSE
O correto diagnóstico da espécie de nematoide envolvida é feito pela análise de amostras de solo e raízes em laboratório especializado, visando conhecer as densidades populacionais destes organismos no solo, na fase de pré-plantio e em fases posteriores de desenvolvimento da cultura. Com isso, pode-se preventivamente reduzir os prejuízos, antes do plantio, bem como amenizar as perdas em caso do nematoide já estar instalado na lavoura.
Na coleta de amostras para análise, pequenas porções de solo, em torno de 200 g e algumas raízes deverão compor cada amostra simples. Recomenda-se coletar em torno de 15-20 amostras simples (subamostras) por hectare. À medida que se caminha em zig-zag pela área suspeita, as subamostras de solo deverão ser coletadas em profundidade de 20-30 cm ao redor das plantas e posteriormente homogeneizadas. Em seguida, a amostra composta é formada adicionando-se em saco de polietileno cerca de 400-500g de solo homogeneizado e 200-300 gramas de raízes coletadas aleatoriamente. A amostra composta deve ser identificada e enviada para um laboratório especializado. Para áreas extensas e irregulares, é recomendável sua divisão em quadrantes e retirar uma amostra composta por quadrante. Caso não seja possível enviar as amostras no mesmo dia, estas devem ser armazenadas e mantidas em temperaturas entre 10°C e 15°C, ou deixadas à sombra para que não ocorra o ressecamento, que dificulta o correto diagnóstico em laboratório.
 

 

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