Imprimir Compartilhe









Comunicar Erro









 
 
 
ÁRVORE DO CONHECIMENTO Frango de Corte      Equipe editorial Ajuda

Meio ambiente

Autor(es): Julio Cesar Pascale Palhares

As práticas aqui citadas estão baseadas nos conhecimentos, tecnologias e legislações vigentes para a produção de aves de corte. Como estes são dinâmicos e evoluem no tempo, o usuário deverá, constantemente, se atualizar para que o manejo do sistema de produção não resulte em impacto ambiental e esteja em desacordo com as legislações. Assim, recomenda-se a consulta aos órgãos ambientais da Federação e dos Estados, bem como às instituições de pesquisa e extensão rural. Apesar deste documento tratar da produção de frangos de corte, as intervenções se darão em toda propriedade, pois a atividade se relaciona com os recursos naturais internos e externos a esta. Por isso, recomenda-se um Plano de Manejo Ambiental da Propriedade, o qual deve considerar a avaliação dos impactos ambientais, as medidas que serão tomadas para anular estes impactos e o programa de monitoramento das ações.
 
 

Aspectos agro e zooecológicos

A cadeia de produção avícola nacional constitui-se no setor pecuário com maior índice de industrialização. As questões ambientais relacionadas a essa atividade tomam uma importância ainda maior, devido aos vários atores desta cadeia exigirem um desenvolvimento produtivo com qualidade nutricional e ambiental, principalmente, os consumidores. Essas questões ambientais, as quais até um passado recente, não eram consideradas pelos produtores rurais no manejo de sua unidade produtiva, a partir desse momento, passam a ser parte integrante do manejo cotidiano. Com isso, antes da própria implantação da atividade, algumas exigências devem ser contempladas para que a criação não seja uma fonte geradora de poluição. Essas exigências compreendem:

  • realizar um estudo preciso das características zootécnicas, hídricas, edafoclimáticas, sociais e econômicas da criação;
  • identificar os resíduos gerados pela atividade, isso possibilitará o perfeito manejo dos resíduos e dimensionamento do sistema de tratamento;
  • determinar a capacidade de suporte dos recursos naturais em receber os resíduos, com o estabelecimento de indicadores ambientais para monitorar a atividade;
  • identificar outras cadeias produtivas que poderão consorciar-se com a avicultura;
  • detectar áreas ambientalmente sensíveis na propriedade e no seu entorno;
  • ter conhecimento das principais disfunções que os resíduos podem causar ao homem e animais com levantamento dos primeiros sintomas e socorros necessários;
  • estabelecer um programa de gerenciamento ambiental considerando, não só, a unidade produtiva, mas também, a bacia hidrográfica em que esta se insere.

Quando ocorrer uma expansão da criação, estes parâmetros devem ser novamente considerados antes da execução desta expansão. Sendo esse diagnóstico inicial positivo quanto às questões ambientais, ou seja, a implantação da atividade não irá causar danos ao meio ambiente. Um Plano de Gestão Ambiental deve ser delineado para ser aplicado após a implantação da atividade. Nesse deve-se caracterizar a severidade e probabilidade dos riscos ambientais e dispor de um plano de ação para o caso de ocorrer algum problema. No plano os seguintes tópicos devem ser considerados:

  1. Caracterização dos resíduos produzidos: os resíduos produzidos pela avicultura de corte compreendem a cama de aviário e as carcaças de animais mortos. A cama é constituída das excretas das aves, material absorvente (que pode ser, maravalha, serragem, sabugo de milho triturado, capins e restos de culturas), penas, restos de alimento e secreções Para um correto manejo deste resíduo é necessário que se conheça sua composição, o ideal é a realização de uma análise da cama para que o manejo seja feito com maior precisão. A quantidade de carcaças geradas irá depender da eficiência produtiva da criação, assim, quanto melhor o manejo, menores serão os índices de mortalidade e consequentemente uma menor quantidade desse resíduo será gerada.
  2. Mitigação dos impactos ambientais: a melhor forma para não se causar a depreciação dos recursos naturais é através da aplicação de boas práticas de produção, as quais compreendem atitudes que os produtores devem ter para atingir a sustentabilidade da produção.
  3. Aproveitamento dos resíduos: a cama pode ser aproveitada como fonte de nutrientes para as culturas vegetais após sofrer uma compostagem ou biodigestão, sendo os produtos destes processos o composto ou biofertilizante, respectivamente. As carcaças devem sofrer um processo de tratamento, sendo o mais correto, ambientalmente, a compostagem, mas o composto oriundo destes resíduos só deve ser aproveitado para a adubação de culturas florestais e jardinagem devido a questões sanitárias. Independentemente do tipo de substrato que se tenha, sua aplicação no solo deve respeitar condições básicas para que não ocorra poluição ambiental ou coloque em risco a saúde humana e animal. Isto envolve um balanço de nutrientes onde as características dos solos, culturas e resíduos são consideradas em conjunto.
  4. Tratamento dos resíduos: os dois sistemas utilizados para o tratamento dos resíduos avícolas são a compostagem e a biodigestão anaeróbia. Em ambos ocorre a geração de produtos que devem ser aproveitados a fim de viabilizar ambientalmente a criação. Os produtos são o composto e o biofertilizante, utilizados como fonte de nutrientes para as culturas, e o biogás utilizado como fonte de energia térmica para iluminação, aquecimento e movimentação de equipamentos e máquinas. A cama também pode gerar energia através de sua combustão, mas esta não é aconselhável pelos danos à atmosfera, pela emissão de gases e, devido ao custo dos incineradores.
  5. Segurança humana e ambiental: essas atitudes possibilitarão a manutenção da qualidade de vida do produtor e a saúde do meio ambiente e do rebanho. Inclui-se também a minimização da produção de espécies nocivas, como a criação de moscas, cascudinhos e roedores, ocasionada pelo mau manejo dos resíduos e entulhos.
  6. Outras considerações: devido à promulgação da Instrução Normativa nº 15, de 17 de julho de 2001 (DOU de 18-7-01) que, no 2º artigo, proíbe em todo território nacional a produção e a comercialização de cama de aviário para a alimentação de ruminantes. Esse tema não será considerado.
  7. Racionalização do uso de recursos naturais e insumos: sendo a avicultura altamente dependente de recursos naturais como água e solo, e insumos, principalmente, ração e energia elétrica. O uso racional destes irá proporcionar uma longevidade produtiva à criação e vantagens econômicas a serem refletidas no custo de produção.

 

 Resíduos

      O correto manejo dos resíduos compreende os seguintes tópicos:

  • O objetivo do manejo de resíduos é conservar as características do meio ambiente, contudo para ser adotado, deve ser de fácil operação e custos compatíveis com as condições dos avicultores.
  • Os resíduos devem ser armazenados e tratados em instalações apropriadas e perfeitamente dimensionadas, a fim de atender os princípios legais e anular os riscos de contaminação ambiental.
  • Antes do aproveitamento dos resíduos como adubo para o solo deve ser realizada uma análise econômica do custo do transporte até o local de uso.
  • Há três razões para se mudar o sistema de manejo de resíduos: limitação de mão de obra e capital, ampliação do plantel de animais e alteração nos padrões legais de poluição. Considerando isto, as seguintes perguntas devem ser feitas para opção de um novo sistema: o sistema é economicamente e operacionalmente viável, se adapta às condições da propriedade, à geração de resíduos, bem como seu valor poluente irá ser alterado e qual a influência do novo sistema nas atividades a ele relacionadas.
  • Três métodos podem ser utilizados para se analisar a composição dos resíduos em nutrientes: análise laboratorial; uso de tabelas, com concentrações de nutrientes estipuladas de acordo com pesquisas realizadas, e com base no consumo de ração e capacidade de absorção dos nutrientes pelos animais. O melhor método é o de análise laboratorial, mas a utilização deste depende do custo e da disponibilidade de um laboratório de análises próximo à propriedade. As concentrações referenciadas em tabelas (Tabelas 1 e 2) foram estipuladas a partir de uma realidade que nem sempre é a mesma do ambiente do resíduo gerado, com isso, erros podem ocorrer. Cálculos baseados no consumo de ração e capacidade de absorção muitas vezes utilizam-se de médias, as quais podem não ser aquelas do plantel que está sendo manejado e gerará o resíduo.



Tabela 1. Quantidade de cama produzida por mil cabeças de frango.


Umidade
(%)

Idade (dias)

Produção de cama por mil cabeças (tonelada)

Frango de Corte¹ 20 42-49
2,0

1seis lotes por ano sobre cama de Pinus ou casca de amendoim.

Fonte: Micthell Jr et al. (1991)

 

Tabela 2. Composição média de amostras de cama de aviário.


Cama de aviário¹

Excreta²

Nutrientes (MS)Média

Amplitude

Média

Umidade, % 21,9 10,1 - 43,4
7,7
NDT,% 50,0 36 - 64
-
Proteína Bruta, % 27,9 15,0 - 41,5
25,3
Proteína indisponível, % 4,1 1,40 - 13,2
-
Proteína pura - -
12,6
N não protéico (N*6,25) - -
12,7
Ácido úrico - -
6,4
Extrato etéreo - -
2,8
Fibra bruta 23,6 11 - 52
12,7
Alumínio, ppm 3957 684 -9919
-
Cinzas, % 30,4 14,4 - 69,2
29,7
Cálcio, % 3,0 1,1 - 8,1
7,0
Cobre, ppm 557 52 - 1306
60
Ferro, ppm 2377 529 - 12604
1465
Magnésio, ppm 0,60,27 - 1,75
0,5
Manganês, ppm 348 125 - 667
1670
Fósforo, % 2,1 1,0 - 5,3
2,2
Potássio, % 3,0 1,0 - 4,7
1,9
Sódio, ppm 8200 3278 - 14344
-
Enxofre, % 0,5 0,22 - 0,83
-
Zinco, ppm 484 160 - 1422
485

¹ Adaptado de Daniel e Olson (2001) com base em 192 amostras dos EUA.
² Excreta = esterco mais urina das aves; são médias para excretas desidratadas de aves oriundas de amostras do Canadá, EUA, Reino Unido e Países Baixos.

Fonte: Payne & Donald (1991)

 

 

Boas práticas de prodção em avicultura

   Considerando os recursos naturais as BPPs compreendem:

  • Água.
  • Solo.
  • Ar.

 

Água

A água para utilização na avicultura só poderá ser extraída de fontes sustentáveis e que a forneçam em condições ideais de qualidade e quantidade. Estas fontes devem estar protegidas de cargas poluidoras e do acesso de pessoas e animais. Se a água for proveniente do subsolo, deve-se compatibilizar o consumo com o potencial de recarga. Deve-se solicitar permissão das autoridades competentes para a utilização da água da criação. Análises prévias da disponibilidade e qualidade da água devem ser realizadas para manutenção da sustentabilidade do sistema ao longo do tempo. Após a implantação, realizar análises semestrais da qualidade físico-químico-biológica da água de dessedentação. Estabelecer um correto sistema de drenagem na propriedade, principalmente, nas áreas adjacentes aos sistemas de armazenamento e tratamento de resíduos. A formação de charcos ou alagamentos atraem animais silvestres, podendo-se tornar focos de contaminação,  promovem a perda de nutrientes  por lixiviação  e  salinização do solo.Otimizar o consumo de água através de programas de reutilização das águas pluviais, em usos como higienização de instalações.

 

Solo

Identificar os tipos de solos existentes na propriedade através do seu perfil e anáises de fertilidade anuais. Tais informações são essenciais para a elaboração do plano de uso dos resíduos como fertilizante. Avaliar os riscos de poluição ambiental existentes para o aproveitamento dos resíduos no solo levando-se em conta o uso anterior, a aplicação de outros fertilizantes químicos ou orgânicos, as características do solo, o tipo de cultura a ser implantada e o impacto do cultivo em áreas adjacentes. A aplicação de resíduos deve ser realizada seguindo-se um plano de manejo de nutrientes, considerando-se a quantidade de nutrientes no resíduo e no solo e a exigência da cultura. Quando se utilizar fertilizantes químicos deve-se considerar o aporte de matéria orgânica nos cálculos das necessidades e frequências de fertilização. Devem ser otimizadas as formas de transporte e aplicação de resíduos no solo a fim de se evitar as perdas de nutrientes por escoamento superficial e percolação, com isto a frequência, quantidade e época de aplicação devem ser consideradas em conjunto. A distribuição dos resíduos no solo deve ser feita de forma uniforme pois a aplicação em camadas desiguais e espessas, onde as moscas podem efetuar a postura, podem desenvolver uma nova geração de moscas no campo, quando ocorrem chuvas frequentes.

Os resíduos não devem ser aplicados quando existir probabilidade de chuvas nos próximos três dias e/ou não seja possível sua imediata incorporação ao solo.     

Quando a área destinada ao aproveitamento estiver exposta ao recebimento de águas de zonas adjacentes, deve-se proceder análises do solo após as estações chuvosas para identificação de possíveis mudanças nas suas características. Registrar o local e dimensões das áreas ocupadas com cada cultivo com seu respectivo manejo; quantidade, frequência, forma de disposição e tipo de adubo utilizado e cronograma de aplicação de adubos e fertilizantes. Quando se utilizar área de terceiros para o aproveitamento dos resíduos no solo, os mesmos diagnósticos e práticas devem ser considerados.

 

Ar

No manejos dos resíduos deve-se considerar a distribuição dos ventos dominantes no local, sendo que estes não se dirijam dos pontos de manipulação dos resíduos para áreas onde ocorram concentrações humanas. Os resíduos deverão ser aplicados no solo quando os ventos estejam previstos para soprarem para longe de áreas sensíveis. A aplicação de resíduos no solo não deve ser feita nos finais de semana.  Monitorar as emissões e concentrações de gases prejudiciais a saúde humana e animal presentes nas instalações animais, sistemas de armazenamento e tratamento e durante a aplicação no solo. 

 

Balanço de nutrientes

O conceito de Balanço de Nutrientes considera que só deve ser aplicado ao solo as quantidades de nutrientes a serem extraídas pela cultura subsequente, o excesso poderá causar danos ambientais ao solo, água e ar; fitotoxidade das culturas; mortalidade dos elementos da fauna; proliferação de insetos, vermes e roedores; desenvolvimento de doenças em humanos e animais e possível deterioração da qualidade dos produtos agrícolas produzidos a partir do solo que recebeu o resíduo. Um forma de diminuir os desequilíbrios entre a proporção de nutrientes nas camas e a capacidade de extração das plantas, é o correto manejo nutricional do plantel, reduzindo-se as quantidades de matéria orgânica e de nutrientes excretados, especialmente os micronutrientes.

Para diminuir o impacto ambiental do aproveitamento deve-se: evitar o excesso de nutrientes nas rações, principalmente, de N, P, Cu e Zn; tratar os resíduos para inativar os organismos patogênicos; limitar a quantidade de nutrientes à capacidade de extração das plantas em cada solo; analisar, periodicamente, o solo e as águas superficiais e subterrâneas para detectar sua eventual poluição e contaminação; acompanhar o desenvolvimento das plantas para detectar eventuais anomalias e utilizar espécies de plantas com alta e seletiva capacidade de extração de nutrientes, para a remoção daqueles já excedentes no solo.

 

Segurança humana e ambiental

Ao menos um integrante e/ou assessor técnico da propriedade deve estar de posse de título/certificado que o reconheça como apto a desenvolver a atividade avícola. Atividades técnicas que permeiem a avicultura e estejam além do conhecimento técnico dos integrantes do sistema devem ser equacionadas com o auxílio de profissionais reconhecidos.

O produtor deve considerar como pode ajudar a melhorar as condições ambientais no entorno de onde desenvolve sua atividade de maneira que beneficie a conservação dos recursos naturais e da biodiversidade.     O produtor deve ter conhecimento de toda legislação referente a sua atividade, principalmente, aquela relacionada a conservação dos recursos naturais. E dispor de uma lista de telefones úteis como laboratórios de análises, órgãos de pesquisa, ambientais, de extensão e fiscalização.   

As áreas ao redor dos sistemas de tratamento e armazenamento de resíduos devem estar protegidas do trânsito de pessoas e animais, bem como de eventuais acidentes que possam ocorrer, devendo possuir sinais/cartazes permanentes e legíveis nos quais estejam identificados seus potenciais  riscos à saúde e ao meio ambiente.   

A mão de obra deve utilizar vestimentas e equipamentos adequados ao manejo de resíduos. Sendo que as pessoas que manejam os sistemas de armazenamento e tratamento de resíduos devem passar por exames de saúde anuais.

A maquinaria utilizada no manejo dos resíduos deve ser mantida em boas condições considerando-se, principalmente, sua manutenção e calibração. Antes do manejo dos resíduos, os vizinhos das áreas próximas devem ser notificados da operação. Manter documentação referente à utilização do uso de antibióticos e outros, catalogando o princípio ativo, forma de utilização, data, período, quantidade, motivo, pessoa que faz a aplicação, fonte de recomendação, respeito ao tempo de carência, se a diluição está sendo feita considerando-se o número de cabeças e, ainda, descarte dos frascos. Os recursos humanos envolvidos na manipulação e aplicação de medicamentos e outros devem estar devidamente capacitados para isto.

 

Uso dos resíduos no solo

O aproveitamento dos resíduos como adubo orgânico deve ser de acordo com o princípio do balanço de nutrientes (compatibilização das características de fertilidade do solo, com as exigências das culturas e com o teor de nutrientes dos resíduos). Este princípio deve ser o orientador para a formulação de um Plano de Manejo de Nutrientes no qual deve estar registrado o local e dimensões das áreas ocupadas com cada cultivo e seu respectivo manejo, ou seja, quantidade, frequência, forma de disposição, tipo de adubo e fertilizante utilizado e cronograma de aplicação. Neste Plano devem ser identificados os tipos de solos existentes na propriedade por meio do seu perfil e análises de fertilidade, realizando a análise dos riscos ambientais do uso dos resíduos como adubo, considerando-se o uso anterior e aplicação de adubos nos solos e o impacto do cultivo em áreas adjacentes. Quando da utilização de fertilizantes químicos, deve-se considerar o aporte de matéria orgânica nos cálculos das necessidades e frequências de fertilização. Devem ser otimizadas as formas de transporte e aplicação de resíduos no solo a fim de se evitar as perdas de nutrientes. Com isto, a frequência, quantidade e época de aplicação devem ser consideradas em conjunto. Os resíduos não deverão ser aplicados quando existir probabilidade maior do que 50% de chuvas, em períodos chuvosos ou de chuvas ocasionais ou com possibilidade de chuvas nos próximos três dias.

Veja também
Tenha a Agência
EMBRAPA de Informação
Tecnológica no seu site!

Refine sua pesquisa usando a
BUSCA AVANÇADA.

  Hiperbólica
  Hipertexto
  Links

Pasta de documentos

Saiba Mais


Agência Embrapa de Informação Tecnológica
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA
Todos os direitos reservados, conforme Lei no. 9.610.
EMBRAPA - Parque Estação Biológica - PqEB s/n°    
Brasília, DF - Brasil - CEP 70770-901 | SAC
Fone: (61) 3448-4433 - Fax: (61) 3347-1041